César Cielo, natação

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Se tem um nadador brasileiro com chance de um resultado histórico nas Olimpíadas, este atende pelo nome de César Cielo.Ao conquistar duas medalhas de ouro na fortíssima competição nos EUA (50 e 100m livre), Cielo comprovou que os excelentes resultados no Pan-Americano do Rio não foram por acaso. É verdade que sua marca nos 50m (22s01) está distante do recorde mundial batido neste final de semana pelo australiano Eamon Sullivan (21s56), mas seus tempos indicam que um lugar no pódio não é algo improvável.

                                                                                                           Rodrigo Castro,natação

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Mais velho nadador da equipe brasileira, o mineiro Rodrigo Castro está comemorando. Além de ter se classificado para sua terceira Olimpíada - é o único brasileiro a chegar à marca em Pequim-2008 - ele ainda mostrou que a natação não é feita apenas para os recém saídos da adolescência.
"Já é difícil melhorar o tempo. Quando você é mais velho então, todo mundo chega e elogia quando você consegue: 'Poxa Rodrigo, você nada muito'. Esses elogios só fazem a gente crescer. É bacana ver o pessoal mais novo se espelhando em você", conta o nadador.
Não à toa, ele é apontado como um dos líderes do elenco. E, segundo seu técnico, Fernando Vanzella, teve influência muito positiva no treinamento de Thiago Pereira, uma das grandes estrelas da natação brasileira.
"Rodrigo é um irmão mais velho, ajuda na motivação, gosta muito de treinar, é um cara de muita raça e isso passou um pouco para o Thiago. Ele também é (raçudo, motivado), mas mais na competição e o Rodrigo passou para ele essa postura de treinos."
Rodrigo vai nadar em três provas em Pequim: nos revezamentos 4 x 100 m e 4 x 200 m livres, além dos 200 m livre. Sem a badalação dos colegas como César Cielo e Thiago Pereira, ele também é apontado como líder da equipe de natação. Mas ele nega o status.
"O pessoal tem a mesma idade, fica mais entrosado, fica mais unido e isso é mais importante do que ter uma referência. Os dois revezamentos estão muito unidos é aí que faz diferença", completa.

             Thiago Pereira, natação

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Thiago Pereira, dava gosto ver o nosso grande campeão receber medalhas atrás de medalhas nos jogos pan – americano disputado ano passado no Rio de Janeiro. Agora em Pequim Thiago. Chega como uma esperança de medalha. A de ouro é difícil mais uma medalha ele ira trazer. Eis algumas vitoria de nosso grande campeão

Provas com índice para Pequim-2008:
• 200m livre (classificado no Campeonato Mundial, em Melbourne, Austrália)
• 100m costas (classificado nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007)
• 200m costas (classificado nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007)
• 200m peito (classificado nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007)
• 200m e 400m medley (classificado nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007)
Os atletas das provas de 4x100m livre, 4x200m livre e 4x100m medley, nas quais o Brasil já garantiu classificação nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007, ainda não foram definidos. Há a possibilidade de Thiago Pereira vir a competir em alguma delas.  
Títulos:
• Medalha de ouro nos 100m, 200m e 400m medley na etapa de Estocolmo da Copa do Mundo;
• Medalha de ouro nos 100m, 200m e 400m medley na etapa de Berlim da Copa do Mundo (recorde mundial nos 200m medley);
• Medalha de ouro nos 200m e 400m medley nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007;
• Medalha de ouro nos 200m costas nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007;
• Medalha de ouro nos 200m peito nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007;
• Medalha de ouro nos revezamentos 4x100m e 4x200m livre nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007;
• Medalha de prata no revezamento 4x100m medley nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007;
• Medalha de bronze nos 100m costas nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007;
• Medalha de prata nos 200m medley nos Jogos Pan-Americanos Santo Domingo 2003;
• Medalha de bronze nos 400m livre nos Jogos Pan-Americanos em Santo Domingo 2003;
• Campeão do Circuito Mundial de Piscina Curta nos 200m medley, em 2004;

                                                                                                             Kaio Marcio, natação

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A natação do Brasil traz pela primeira vez em sua equipe oficial uma treinadora. A carioca Rosane Carneiro é técnica do nadador Kaio Márcio,Outros países do mundo já tinham treinadoras mulheres, então é legal que o Brasil está quebrando esse tabu. Sinto-me honrada - comentou Rosane, que faz parte de uma família de nadadores. A carioca foi morar em João Pessoa há quase dois anos, após intensos pedidos de Kaio Márcio. Seria difícil para um dos dois de qualquer maneira, mas eu acabei indo, disse Rosane. Foi muito importante para mim e acho que está refletindo nos resultados - falou Márcio, medalha de ouro nos 100m e 200m borboleta no Pan do Rio de Janeiro.Kaio Márcio estreou em Olimpíadas em Atenas, mas não conseguiu passar das eliminatórias. Agora é outra coisa, são outros Jogos e meus tempos são bem melhores. Espero fazer uma Olimpíada bem melhor do que aquela, declarou.

       Gabriel Mangabeira, natação

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Entusiasmo é o que não falta a Gabriel Mangabeira, que também está em sua segunda Olimpíada. Há quatro anos, ele ficou em quinto lugar nos 100m borboleta. “Quero mais. Eu me preparei para estar no pódio. Acho que o período em que ficamos em Macau, para aclimatação, foi muito importante para lapidarmos a forma física.”Agora só resta cair na água e mostrar porque estamos aqui

 

                                                                                                        Felipe França natação

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Felipe França – o mais jovem entre os quatro que lutavam pelas vagas, com apenas 20 anos - saiu muito emocionado da piscina, chorando bastante, e abraçou o técnico Arílson Soares.
- Era um sonho da minha vida, que agora virou realidade. Agora vou comemorar até morrer. Ir às Olimpíadas é o sonho de qualquer atleta. Tenho certeza que essa final foi a mais emocionante do 100m peito de toda a história do Brasil – afirma.Felipe França carimbou seu passaporte para Pequim .com a prata no Trofeu Maria Lenk em maio ultimo no Rio de Janeiro.

            Henrique Barbosa, natação

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Com direito a novo recorde continental, o nadador Henrique Barbosa conquistou a medalha de ouro nos 100 metros peito do Campeonato sul – americano de Desporte Aquático disputado no Clube Pinheiros, em São Paulo. Nesta quinta-feira, o brasileiro completou a prova em 1min01s44 - três centésimos melhor do que a antiga marca, que pertencia a ele mesmo.Henrique Barbosa ganhou a vaga Olímpica com o ouro no Trofeu Maria Lenk em maio no Rio de Janeiro

                                                                                                         Nicholas santos, natação

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Depois de ter marcado o recorde sul-americano dos 50 m livre durante as eliminatórias do Pan, Nicholas sucumbiu ao favoritismo de César Cielo na prova e, com o tempo de 22s18, faturou a medalha de prata.
Mas Nicholas ajudou a equipe brasileira a conquistar o ouro no 4x100 livre, desbancando os norte-americanos e quebrando o recorde pan-americano da prova com 3min15s90.
Se César Cielo é aclamado por ser o mais rápido da América do Sul na piscina longa, na curta, de 25 metros, o Brasil também ocupa a vaga. Nicholas Santos nadou os 50 m livre em 21s32 no Troféu José Finkel, em Santos (SP), em setembro de 2004. Desde então, ninguém conseguiu baixar a marca.
Ainda em 2004, integrou a equipe brasileira vice-campeã do Mundial de piscina curta de Indianápolis. De quebra, foi bronze nos 50 m livre e terminou na oitava colocação nos 100 m livre. No Mundial de Xangai, no ano passado, o quarteto brasileiro conseguiu um quinto lugar. Em provas individuais, Nicholas baixou seu desempenho, ficando em sétimo nos 50 m livre.

                 Flavia Delaroni, natação

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Primeira mulher a se classificar para as Olimpíadas na natação brasileira, a velocista Flávia Delaroli conquistou a vaga para Pequim nas eliminatórias dos 50 m livre dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. Nas finais, no entanto, a nadadora ficou atrás de outra brasileira, Rebeca Gusmão, e foi a quarta colocada nos 50 m livre, e bronze nos 100 m. No revezamento 4 x 100 m livre, no entanto, ajudou o Brasil a levar a prata.Uma das mais experientes com apenas 24 anos, Flávia despontou em Atenas-2004 quando, aos 20, foi a oitava colocada nos 50 m livre e integrou o quarteto do 4 x 100 m livre, que ficou em 11º. Na prova individual, ela igualou o recorde sul-americano já nas semifinais e, ao lado de Joanna Maranhão, apagou a lacuna de 56 anos do Brasil sem mulheres em uma final olímpica.Também para Atenas, Flávia conseguiu a vaga olímpica no Pan, em Santo Domingo-2003, quando foi prata nos 50 m livre e bronze no 4 x 100 m. Com isso, melhorou seu desempenho em relação à edição anterior dos Jogos, em Winnipeg-1999, quando subiu ao pódio apenas no revezamento, para o bronze. No ano das Olimpíadas, Flávia seguiu fazendo bons resultados e tornou-se a primeira brasileira a conquistar o ouro em uma etapa da Copa do Mundo, ao vencer os 50 m livre no Rio de Janeiro.Na China, no entanto, Flávia carrega o peso de ser a principal velocista do país. Rebeca Gusmão, suspensa após ter sido flagrada em exame antidoping, foi afastada das competições para julgamento. Mas, para Flávia, a responsabilidade já faz parte de sua carreira. "Na verdade, sempre houve só a Flávia. Era sempre só a Flávia na hora da cobrança, de ver o resultado, e foi assim por muito tempo, até que outras meninas começaram a melhorar e ganhar espaço."

                                                                                               Joana Maranhão, natação

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Joana Maranhão deixou a polemica que envolveu seu nome no inicio do ano para trás (ela acusou um ex-técnico de abusos quando ainda era criança) e garantiu a ida para sua segunda Olimpíada. Depois de ficar muito próxima dos índices nas provas em quatro estilos, no Sul-Americano de março, a atleta pernambucana nadou mais solto e conseguiu um dos índices. Nos 400m medley (sua principal especialidade) fez 4min44s66, meio segundo abaixo do índice ‘A’. Mas o objetivo é na verdade melhorar os 4min40 obtidos em Atenas’2004 e alcançar novamente uma final olímpica. Em abril, durante o Grand Prix dos Estados Unidos, ela havia feito índice para os 200m borboleta, só que o resultado não foi considerado, pois a competição não faz parte da relação oficial entregue à FINA.

       Daynara de Paula, natação

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Com apenas 18 anos, Daynara foi a primeira a garantir vaga na Olimpíada de Pequim na prova. A nadadora venceu a segunda série eliminatória ao anotar 59s30, cinco centésimos abaixo do índice olímpico.Além de garantir a vaga em Pequim, a atleta paulista cravou o novo recorde sul-americano da prova. A melhor marca do continente pertencia a Gabriella Silva, que fez 59s79 no Campeonato Sul-Americano, realizado em março no clube Pinheiros, em São Paulo.Daynara foi superada na seqüência pela atual recordista sul-americana dos 100 m borboleta. Gabriella Silva venceu a terceira bateria, das quatro realizadas na eliminatória, com o tempo de 58s90, assumiu a primeira vaga e retomou o recorde sul-americano.

                                                                                                     Gabriela Silva, natação

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Aos 19 anos, Gabriella Silva é um dos expoentes da nova geração da natação feminina. Ao lado das veteranas Flávia Delaroli e Fabíola Molina, a carioca conseguiu o índice olímpico na última seletiva, o Troféu Maria Lenk, no Rio de Janeiro.Nas eliminatórias do 100 m borboleta, Gabriella viu seu recorde sul-americano cair na série anterior à sua, com Daynara De Paula, que anotou 59s30, índice olímpico, contra seus 59s79. Em seguida, caiu na água para retomar o título com 58s90, e também assegurou seu lugar em Pequim.Gabriella só passou a se dedicar inteiramente à natação depois de tentar outros esportes, como ginástica olímpica, judô e balé. Até chegar no Pinheiros, ela defendeu clubes do Rio, como Flamengo e Fluminense. Hoje, ela é treinada por Alberto Silva, o Albertinho, que também é técnico da seleção brasileira.

            Tatiana Lemos, natação

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Aos 28 anos, Tatiana Lemos, uma das mais experientes da delegação brasileira, ajudou o revezamento 4x100 m livre a ganhar a medalha de prata, na sua terceira participação em Jogos Pan-Americanos. Tatiana teve uma ótima estréiano Pan de Winnipeg-1999, com três medalhas de bronze, e mais uma na edição de Santo Domingo-2003. Todas foram conquistadas em provas de revezamento. E, mais uma vez, ela formou o quarteto brasileiro para as provas do Pan. Tatiana foi a única do grupo que não disputou também provas individuais. A Odepa (Organização Desportiva Pan-Americana) permite a convocação de apenas dois nadadores nesta condição. Uma vaga foi reservada para Tatiana e a outra ficou com Fernando Silva.
Tatiana também entrou no revezamento 4x100 m livre nas Olimpíadas de Atenas-2004. Ela foi a segunda a pular na piscina no dia 14 de agosto daquele ano, e ajudou a equipe a registrar o novo recorde sul-americano da prova, 3min45s38, que não foi batido desde então. O time, que tinha ainda Renata Burgos, Rebeca Gusmão e Flávia Delaroli, ficou com a 11ª colocação na disputa olímpica. A nadadora quase ficou fora do grupo que foi para os Jogos Olímpicos. Sua vaga veio apenas com a exclusão de Julyana Kury, flagrada em um exame antidoping. Nascida na capital federal, Tatiana foi criada na Paraíba, e defendeu o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, antes de ir para o Pinheiros, de São Paulo, onde treina atualmente

                                                                                               Michelle Lenhardt, natação

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Quase aposentada da natação aos 24 anos. Aos 27, chega a fazer as malas (literalmente) para participar dos primeiros Jogos Pan-Americanos, é cortada na última hora para, meses depois, saber que a atleta que entrou em seu lugar foi flagrada no exame antidoping. Michelle Lenhardt passou por tudo isso e muito mais antes de garantir sua vaga para a Olimpíada de Pequim no revezamento 4x100m livre. Agora, aos 28, a primeira nadadora gaúcha a representar o País em uma edição dos Jogos só quer fazer o melhor e mostrar do que é capaz.

Principais resultados: medalha de bronze Troféu Brasil 2006; medalha de bronze jogos sul-americanos (odesur); campeão do Revezamento 4x100 livre nos jogos sul-americanos (Odesur)

             Monique Ferreira, natação

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Monique Ferreira vai para sua segunda Olimpíadas.como uma das estrela nos 4x100 m livre, Monique. participou dos Jogos Pan - americanos Winnipeg. 1999, participou tambem do Pan - namericano. de Santo Domingo 2003. onde conquistou a medalha de Bronze nos 400 m livre.e no.Rio de Janeiro 2007, Prata - revezamento 4x100 m livre e Bronze - 200 m livre

                                                                                                             Fabiana Molina, natação

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A nadadora Fabiana Molina conseguiu o índice olímpico nos 100 m costas,em marco ultimo com o tempo de 1min01s70. A marca foi alcançada nas eliminatórias da quarta e última etapa do Campeonato Sul-Americano Absoluto. e carimbou o passaporte para sua segunda Olimpíada. Fabiana Molina, que está com 32 anos, chega a Pequim mais esperiente e ciente que esta pode ser a sua ultima Olímpiada

           Alan do Carmo, maratona 10 k

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Menos badalado do que sua companheira em maratonas aquáticas Poliana Okimoto, Allan do Carmo, de apenas 18 anos, também chega aos Jogos Olímpicos de Pequim com uma medalha no peito. No ano passado, ele conquistou a medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro.As boas condições para se praticar a maratona aquática na Bahia favoreceram a entrada e o desenvolvimento de Allan do Carmo na categoria. O jovem de 18 anos começou a nadar aos dois, com a família. Como gostava das provas longas, de fundo, a transição para as maratonas foi natural. Aos 10 anos, ele fez a primeira prova, e não parou mais. Allan chega para a disputa com boa bagagem. Na temporada 2005-2007, ele foi bicampeão sul-americano juvenil. Em 2006, foi campeão dos Jogos da Odesur (Organização Desportiva Sul-Americana), em Buenos Aires, nos 5 km. No evento teste de Pequim, que dava 10 vagas aos nadadores, ele conseguiu a sexta posição, com a marca de 1h59min13s8, e assegurou seu passaporte para China. Na preparação para os Jogos Olímpicos, Allan do Carmo, venceu a etapa de Vitória do Campeonato Brasileiro de Águas Abertas.

                                                                                                        Nicolas de Oliveira, natação

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Na altura dos seus 1m97, Nicolas se destaca nos cem e nos 200 metros livre. No Pan do Rio, fez parte dos revezamentos que conquistaram medalhas de ouro para o Brasil. Provas que também vai disputar na China.
Nilo, como é conhecido nos Estados Unidos, onde treina há dois anos, é o mais jovem na equipe olímpica da natação. apesar de jovem tem muita bagagem internaciona. Nicolas. participou dos Jogos Pan - americanos do Rio de Janeiro 2007. onde coquistou a medalha de Ouro no revezamento 4x200 m. em Pequim participara nas provas 4x100 m livre, e 4x200 m livre.

          Eduardo Deboni, natação

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Este é Eduardo Deboni nosa esperança de medalha em Pequim ai esta um apanhado de sua carreira

  • Classificado para as Olimpíadas de Pequim no revezamento 4 x 100m livre (2008)
  • Recordista Sul-americano do 4 x  50m medley (2008)
  • Recordista Sul-americano do 4 x 100m medley – Manchester (2008)
  • Campeão Sul-americano do revezamento 4 x 100m livre – São Paulo (2008)
  • Campeão Sul-americano do revezamento 4 x 100m medley – São Paulo (2008)
  • Vice-campeão Sul-americano dos 100m livre – São Paulo (2008)
  • Campeão e recordista Pan-americano do revezamento 4 x 100m livre – Rio de Janeiro (2007)
  • Medalha de prata no Pan do Rio de Janeiro no revezamento 4 x 100m medley (2007)
  • 4º lugar nos 100m livre do Pan do Rio de Janeiro (2007)
  • 2º lugar nos 100m livre do Campeonato Brasileiro Absoluto - Troféu Maria Lenk - Rio de Janeiro (2007)
  • 3º lugar nos 50m livre do Troféu Campeonato Brasileiro Absoluto – Troféu Maria Lenk - Rio de Janeiro (2007)
  • 2º lugar nos 100m livre do Troféu Brasil - Rio de Janeiro (2006)
  • 1º lugar nos 100m livre do Troféu Brasil - Belo Horizonte (2005)
  • 9º colocado nos Jogos Mundiais Universitários (UNIVERSIADE) – Turquia (2005)
  • Primeiro colocado no ranking catarinense  nas provas dos 50 e 100 metros livre (2003/2004/2005)
  • Primeiro colocado no ranking catarinense dos 100m costas (2003/2004/2005)
  • Vice-campeão brasileiro dos 100m costas no Troféu Julio Delamare - Rio de Janeiro (2000)
  • 3º colocado nos 100m costas do Campeonato Brasileiro Júnior – Recife (2000)
  • 3º lugar nos 100m costas do Campeonato Brasileiro Júnior - Troféu Tancredo Neves – Rio de janeiro (1998)

                                                                                                         Lucas Salatta, natação

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Em sua preparação para o Pan do Rio, Lucas Salatta esperava competir em sua segunda Olimpíada da carreira nos 400 m medley, assim como ocorreu nos Jogos de Atenas-2004. O nadador não escondeu a surpresa quando obteve vaga para o torneio continental em duas provas, os 200 m costas e 200 m borboleta.No Pan, Salatta brilhou com a equipe do 4 x 200 m que desbancou os EUA e levou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos, com o tempo de 7min12s27. Em outro quarteto, o 4 x 100 m medley, Salatta levou a medalha de prata. Além disso, o nadador também subiu ao pódio para receber o bronze nos 200 m costas, prova vencida por Thiago Pereira. Além disso, com 1min59s51, assegurou sua vaga nos Jogos de Pequim.nos Jogos Olímpico, Salatta se prepara para superar o desempenho de quatro anos atrás, quando ainda inexperiente, não passou da 19ª colocação nos 400 m medley, e se despediu logo no primeiro dia do torneio olímpico. entre muitas medalhas salatta conquistou o.Ouro nos 200 m medley em etapa da Copa do Mundo na África do Sul (2003),

          Guilherme Guido, natação

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Guilherme Guido é o único nadador que integra a equipe olímpica sem ter participado dos Jogos Pan-Americanos. Mas a confirmação para sua primeira Olimpíada veio na penúltima seletiva brasileira, em março, no Campeonato Sul-Americano, em São Paulo.Já nas eliminatórias dos 100 m costas, sua principal prova, Guido cravou 54s67 e ficou quase meio segundo abaixo do índice exigido pela Fina para a classificação olímpica. A vaga veio com recorde sul-americano, que antes pertencia a Thiago Pereira, com 54s75.Como preparação, Guido disputou o Mundial de piscina curta em Manchester, na Inglaterra, e fez seus dois melhores tempos da carreira. Nos 50 m costas, superou seu próprio recorde sul-americano, de novembro de 2007 (24s71) e anotou 23s81 nas eliminatórias. Na final dos 100 m do estilo, ele marcou 51s04 e obteve o sétimo lugar, superando um antigo recorde da natação brasileira, que datava de 2000, 52s24 de Alexandre Massura. Na Inglaterra, Guido ainda abriu o 4 x 100 m medley, que ficou em sexto.

                                                                                                      Tatiane Sakemi, natação

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No final do ano passado na etapa da copa do mundo de natação disputada em Belo Horizonte.Tatiane Sakemi, que havia conseguido um oitavo lugar nos 200 m peito em Berlim, venceu as três provas que disputou no estilo, com direito a recorde sul-americano nos 100 m. este resultado Tatiane, desenbarca em Pequim com mais esperança para conseguir uma boa colocação e talves uma medalha.

Dorta

Rodrigo Pessoa é o cavaleiro mais experiente do Brasil

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O cavaleiro brasileiro Rodrigo Pessoa,chega a China. cheio de vontade na esperança de conquistar o bicanpeonato olímpico  na prova de saltos nos Jogos de Pequim,Antes pra manter a rotina de vitorias passou pela Holanda. e venceu na abertura da sexta etapa de uma competição na cidade holandesa de Valkenswaard, a última antes dos jogos da China. Montando Palouchin de Ligny, filho do histórico cavalo Baloubet du Rouet, Rodrigo venceu a prova sem cometer faltas. O segundo lugar ficou para o inglês Tim Gredley, montando Timo, e o italiano Omar Bonomelli, com Ghenua.em seguida ficou em terceiro lugar na prova forte do Concurso de Valkenswaard, na Holanda. Rodrigo não competiu com Rufus, sua montaria olímpica, mas montando Let's Fly, ele fez 47s88 e quatro pontos perdidos na prova com obstáculos a 1,45m. O título ficou com o holandês Henk Van del Pol/Dan 7-T, com 42s57, em pista limpa. O segundo posto também ficou com os donos da casa, Aniek Poels/Asteria 2, 46s54, também sem faltas. Rodrigo Pessoa se prepara para disputar pela quinta vez os Jogos Olímpicos. A sua estréia foi aos 19 anos, em Barcelona, ao lado do seu pai Nelson Pessoa, em 1992. Depois vieram Atlanta, Sydney e Atenas. Nas últimas três edições, trouxe medalhas para o Brasil: bronze por equipe em Atlanta e Sydney e o ouro individual em Atenas.

 

                                                                                                                 Álvaro Afonso de Miranda neto, hipismo

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Álvaro Affonso de Miranda Neto - ou simplesmente Doda - é uma das estrelas brasileiras no ranking mundial do hipismo. Aos 28 anos, o carioca, que tem quase 20 anos de esportes, coleciona vários prêmios, dentre os quais duas medalhas olímpicas. Doda Miranda disputará a quarta edição olímpica: Atlanta 1996, Sydney 2000 e Atenas 2004, ele fez parte do time que conquistou a medalha de bronze nos Estados Unidos e na Austrália. Doda leva a esperança brasileira de medalha em Pequim

 

             Bernardo Alves, hipismo

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Bernardo Cardoso de Resende Alves, nasceu na bela cidade mineira de Belo Horizonte. Escorpiniano nascido em 20 de novembro de 1974.
Filho de João Baptista Ribeiro de Resende Alves e Maria José Cardoso Resende Alves.

Aos quatro anos, quando visitava uma fazenda nos arredores do Cepel, viu alguns cavaleiros saltando e nesse instante nascia a paixão pelo esporte.

Depois de alguns testes, foi aceito na escolinha do Cepel.
Sob orientação de José Wilson, o Pelé, foi aprendendo todos os segredos desse esporte, mas por ser muito pequeno aconteciam refugos e consequentemente vinham as quedas.
Pelé logo notou o talento e a grande força de vontade do pequeno Bernardo, e assim incentivava-o a continuar saltando apesar das quedas.

Aos 8 anos Bernardo ganhou seu primeiro título, Campeão mini-mirim das escolas de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. A partir daí começou a ter o incentivo do titular do Cepel Dr. Marcos Valle Mendes e Vitor Alves Teixeira.
Vitor Alves passou a ser seu instrutor. Dessa união começava a surgir um grande campeão.Aos 12 anos, montando Zurquis, foi campeão brasileiro mirim.Com o apoio do Cepel, Bernardo sempre contava com bons cavalos, como Zurquis e Larrami.Aos 16 anos, tornou-se profissional. Como sempre utilizou cavalos do Cepel, continua até hoje sendo sua referência para treinos.

Apesar de ter ficado na reserva, Bernardo foi campeão por equipes no Panamericano de Mar Del Plata na Argentina. Em 1999 (Panamericano de Winnipeg), já atuando como titular, foi campeão novamente.

Em maio de 2001, Bernardo passou 3 meses na Europa no manège do Neco, Nelson Pessoa. Neste período disputou importantes provas onde conquistou excelentes resultados. No concurso internacional de Aachen, Bernardo teve uma destacada atuação e foi considerado a maior revelação do evento.

Em 2002, o cavaleiro passou toda a temporada na Europa onde conquistou importantes resultados como a medalha de bronze para o Brasil, no Campeonato Mundial de Cavalos Novos, e pode acumular muita experiência ao saltar as principais provas do circuito mundial competindo com os principais cavaleiros do mundo.

2003
clip_image004Eleito o melhor cavaleiro do CSI-W de Mechelen, na Bélgica
clip_image004[1]3° lugar no GP do CSI-A de La Corunha, Espanha

2004
clip_image004[2]2° lugar no GP da Copa do Mundo do CSI-W de Vigo, Espanha
clip_image004[3]1° lugar no GP do CSI de de Bois-le-Roi, França
clip_image004[4]Vencedor da prova forte (1,50m) do CSI quatro estrelas de Wiener Stadthalle, Áustria
clip_image004[5]Medalha de Bronze por equipe no Pan-americano de São Domingos
clip_image004[6]1° lugar na Copa do Rei do CSI-A de Madri
clip_image004[7]2° lugar no GP do CSI-A de Monte Carlo
clip_image004[8]1° lugar no GP do CSI de Vejer de la Frontera (IX Sunshine Tour)

                                                                                                                                       Camila Mazza, amazona

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Em grande fase, a amazona paulista Camila Mazza Benedicto, 30, construiu sólida carreira com importantes títulos em todas as categorias desde a base até o mais alto nível de competição.Sua mais recente conquista foi o título de campeã brasileira sênior top 2008 que, de quebra, lhe garantiu a vitória nas duas seletivas olímpicas no Brasil para formação da equipe brasileira de salto rumo a Pequim 2008. Com a conquista de um título que ainda lhe faltava; o campeonato brasileiro sênior top 2008, Camila entra para a história da competição como terceira mulher a conquistar o título máximo brasileiro na categoria salto ao lado da bicampeã Elisabeth Menezes Assaf e Lucia Santa Cruz que venceu uma vez.

Dorta

 

 

 

 

 

Luiz Gustavo Trainini da Silva, tiro com arco

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A Delegação brasileira não pára de crescer em Pequim. Neste sábado, dia 2, desembarcou na capital chinesa a delegação do tiro com arco, composta por Renzo Ruele (chefe da equipe e técnico) e o atirador Luiz Gustavo Trainini da Silva, o Gavião. O gaúcho, que passou por um período de aclimatação de oito dias na Itália, tem boa expectativa para a competição na modalidade individual dos Jogos Olímpicos. "Já conheço meus adversários, são bem fortes. Destacaria os atletas da Rússia, Coréia do Sul e Estados Unidos. Na realidade, há um empate técnico entre seis países. Vim com o intuito de ter uma boa participação nos Jogos", disse. Além de praticar um esporte nada comum no Brasil, o tiro com arco, o gaúcho Luiz Gustavo Trainini tem uma outra paixão pouco usual no país. O atleta é especializado em falcoaria, paixão que surgiu na mesma época em que se interessou pelo esporte. E também pela sua atividade. Trainini é biólogo em sua formação profissional.O tiro esportivo é uma modalidade tradicional dos Jogos Olímpicos, pois está presente desde a primeira edição da Era Moderna, em 1896. Contudo, as provas foram mudando bastante ao longo dos anos: no início os alvos eram filhotes vivos, mas agora as competições se dividem entre provas de tiro ao prato, pistola e carabina. Já o tiro com arco é disputado desde a edição de 1972, em Munique.As primeiras disputas foram em Paris, no ano de 1900, e seguiram nas edições de 1904, 1908 e 1920. A modalidade só voltou nos Jogos de 1972, em Munique. As provas por equipes começaram em 1988 (Seul).Nos Jogos da capital Chinesa. O Gaucho Trainini. So foi confirmado nove meses depois de conquistar a vaga brasileira no Festival Olímpico de El Salvador , em outubro do ano passado . Com muita humildade o atleta chega a Pequim. Para fazer o melhor de si. "Já é uma vitoria ter conseguido vir para a Olimpíada. Conquistar uma medalha é difícil mas não é impossível", concluiu o esperançoso atleta

Dorta

Jade Barbosa, ginástica artística

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A Carioca Jade Barbosa, 17 anos, é a maior aposta da ginástica artística brasileira para conquistar a primeira medalha olímpica de sua História. E ela terá várias chances para realizar esta proeza. No solo, ao lado de Daiane dos Santos, outra estrela de primeira grandeza nesta especialidade e que também estará forma nas Olimpíadas de Pequim. Jade. Esta cotadíssima para chegar à final e com boas chances de conseguir um pódio na briga com as romenas Sandra Izbasa, a chinesa Xiao Sha e a russa Anna Myzdrikova, suas grandes rivais.

No salto sobre o cavalo, onde Jade é muito forte, o duelo pelo ouro deve ser travado com alemã Oksana Chusovitina, que a superou por apenas 1,2 ponto, na Copa do Mundo de Cottbus, na Alemanha, este ano. Na mesma competição, a brasileira ainda chegou na sexta colocação nas barras assimétricas. O que isso significa? Que Jade tem chance de conquistar mais uma medalha na soma dos aparelhos, no resultado individual geral.

Será mais uma vitória de um bem planejado projeto de treinamento implantado em Curitiba, que a lapidou e a transformou em uma das mais precoces e brilhantes ginastas da sua geração. Aos 12 anos, Jade foi a ginasta mais jovem do mundo a fazer o duplo twist carpado, um movimento que só as grandes campeãs conseguem realizar. “Minha meta é chegar concentrada em Pequim e tentar realizar bem os meus movimentos”, diz Jade. No salto sobre o cavalo, o principal objetivo é melhorar o quanto puder a sua corrida. No solo, caprichar nos saltos e coreografia. E nas barras assimétricas, manter o equilíbrio e a elegância de movimentos. Quatro anos depois de Daiane não ganhar por um triz o primeiro pódio olímpico da história da ginástica artística brasileira, Jade Barbosa tem a chance de dar o troco – em dose tripla – e sair de Pequim consagrada como uma das mais completas ginastas do planeta.

Destaques: Medalha de ouro no salto sobre o cavalo na etapa de Moscou da Copa do Mundo de Ginástica Artística. Medalha de prata no salto sobre o cavalo e solo na etapa da Copa do Mundo de Cottbus, na Alemanha, em 2008. Medalha de bronze no Individual Geral, na Copa do Mundo de Stuttgart, em 2007. 1 medalha de ouro nos Jogos Pan- americanos do Rio de Janeiro, em 2007, 1 medalha de bronze no Individual Geral nos Jogos Pan- americanos do Rio, em 2007

Daiane dos Santos, ginasta artística

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Sem os diversos problemas de lesão que a acompanharam antes dos Jogos Pan-Americanos, Daiane dos Santos desembarca em Pequim. Livre leve e solta. Sem a responsabilidade de ser a única estrela de primeira grandeza da equipe brasileira, Daiane dos Santos comemora o fato de 'dividir os holofotes' na atual edição dos Jogos Olímpicos, em Pequim. Na chegada da equipe brasileira ao aeroporto da cidade na sexta-feira, a jovem Jade Barbosa, 17 anos, foi quem virou o centro das atenções. E isso é muito bom porque ajuda a aliviar a pressão sobre sua atuação na capital Chinesa. E não fica todo peso em cima de uma só pessoa segundo Daiane. Campeã mundial no solo em 2003. Os 15 dias de preparação no Japão serviram para a. aclimatação ao fuso horário.

Daniela Hipolito, ginastica artistica

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Daniela Hipolito começou muito cedo aos 12 anos de idade e um 'zumbidinho' começou a crescer ao redor da pequena atleta depois do seu sucesso no Pan Americano. de origem humilde e desde cedo teve que lutar com muita garra e determinação,No verão de 97, um desastre: Daniele e suas companheiras de time estavam a caminho de uma competição em Curitiba quando o ônibus em que estavam foi envolvido num acidente que matou sete pessoas. Muitas outras foram prejudicadas, uma delas, Georgette Vidor, uma das técnicas de Daniele, hoje confinada a uma cadeira de rodas.

O ano de 99 viu o time brasileiro ser reconhecido como possível potência para o Campeonato Mundial em Tiajin. O décimo oitavo lugar não deu a elas a competição por equipes, mas lhes deu o direito de enviar duas atletas para a competição individual nos jogos de Sydney, e uma delas foi Daniele.

As coisas iam bem até o fiasco do salto sobre o cavalo que vai ficar para a história dos Jogos. Uma das ginastas que saltou sobre o cavalo com a altura errada, Daniele foi questionada se desejava saltar novamente. Segundo notícias, ela disse a um membro do WTC que ela queria realizar novo salto. Tenha ela sido mal interpretada, ou tenha sido omissão, seu nome não apareceu na lista das ginastas que competiriam a histórica quinta rodada. Apesar de já estar pronta para o aquecimento, Daniele caiu de posição e não foi autorizada a saltar de novo.

Em Ghent, ela finalmente fez o que mostrava ser capaz faz tempo. Quarto lugar AA e uma medalha de prata no solo certamente mostrou ao mundo que ela chegou. Comemorou seu brilhante AA com um forte abraço em seu novo técnico, Oleg Ostapenko. Antigo treinador da equipe feminina da Ucrânia, Ostapenko nunca foi reconhecido por gestos emocionais, por mais especiais que fossem, mas a personalidade de Daniele é difícil de resistir. Daniela continuou a sua luta medalha de prata no Mundial 2001. e muitas outras medalhas até chegar as Olimpíadas de pequim como uma esperança de medalha

Laiz Sousa, ginastica artistica

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Laís foi levada à seleção em 2002 pelas mãos de Ostapenko. O ucraniano havia acabado de chegar ao país para montar a seleção permanente no recém-construído centro de treinamento de Curitiba e descobriu a ginasta enquanto garimpava talentos no Campeonato Brasileiro daquele ano. Laís, então com 14 anos, despertou o interesse do treinador ao conquistar o título nacional adulto no individual geral e no salto

Em 2004, Laís Souza disputou sua primeira olimpíada na condição de coadjuvante de Daiane dos Santos. Foi a 18ª e melhor brasileira na trave e contribuiu para que a equipe brasileira fosse a nona colocada nos Jogos da Grécia. Em Atenas, a garota de 15 anos natural da cidade de Ribeirão Preto se apresentava para o mundo como a mais promissora e completa atleta do Brasil. Hoje, quatro anos depois, Laís é uma promessa de sucesso olímpico que não se tornou realidade.

Em 2004, Laís Souza disputou sua primeira olimpíada na condição de coadjuvante de Daiane dos Santos. Foi a 18ª e melhor brasileira na trave e contribuiu para que a equipe brasileira fosse a nona colocada nos Jogos da Grécia. Em Atenas, a garota de 15 anos natural da cidade de Ribeirão Preto se apresentava para o mundo como a mais promissora e completa atleta do Brasil. depois de muitas contusóes conseguiu no ano passado duas medalhas de bronze indivudual no Pan- namericano do Rio de Janeiro. chega a Pequim para tentar se reencontrar com o sucesso.

Ethiene Franco, ginastica artistica

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Ethiene Franco. participou no começo do ano do L`Intenacional Gymnix 2008. e conseguiu a 7: colocação, Em maio Ethiene ao lado da seleção brasileira esteve em solo Chines. para participar da etapa da copa do mundo na cidade de Tianjin. como parte dos preparativos para as Olímpiadas. Ethiene chega a Pequim para continuar o seu aprendizado para num futuro não muito distante ser mais uma estrela da ginastica artistica brasileira.

Ana Claudia Silva, ginastica artistica

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O técnico da seleção feminina de ginástica artística, o ucraniano Oleg Ostapenko, anunciou nesta quinta-feira que o Brasil será representado por Jade Barbosa e Ana Cláudia Silva na competição individual geral nos Jogos Olímpicos de Pequim. Apenas as duas atletas competirão nos quatro aparelhos na primeira fase, que define as finais por países e do individual geral e por aparelhos. Caçula da delegação da ginástica, Ana Cláudia deixou Recife para ir a Curitiba aos oito anos, junto da família. Lá, se “enfornou” em um ginásio para trabalhar com a seleção brasileira.
Ela ficou sob a supervisão esporádica dos ucranianos Oleg Ostapenko e Irina Ilyiaschenko no começo de trabalho e depois sob tempo total em 2005, quando passou a fazer parte da seleção adulta.
Aposta da CBG (Confederação Brasileira de Ginástica), a potiguar já recebe dinheiro de patrocinadores desde os 13 anos. Esguia, Ana Cláudia conta mais com sua expressão corporal e elegância para impressionar os árbitros do que com acrobacias ousadas.

Diego Hipolito, ginastica artistica

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Unico representante da ginástica artística masculina brasileira nos Jogos Olímpicos de Pequim, Diego Hypólito realizou na manhã deste sábado seu segundo treino na capital chinesa. O atleta, que se mostra tranqüilo e concentrado em seus objetivos, utilizará os dias que antecedem a competição para dar os retoques finais em sua apresentação.
Diego chegou ontem a Pequim, juntamente com a equipe feminina e, no mesmo dia, já fazia seu primeiro treinamento. "Esses dois dias foram bem legais porque já me exercitei no ginásio de aquecimento dos Jogos e pude verificar o nível técnico dos tablados. Deu para fazer todos os exercícios que realizarei na competição", contou Diego.
A poucos dias de sua estréia nos Jogos de Pequim 2008, Diego fala dos seus próximos passos. "A preparação para as competições é sempre igual e, para os Jogos Olímpicos, não poderia ser diferente. O bicampeão mundial no solo demonstra tranqülidade de quem tem certeza de que fez uma preparação adequada. "Treinando bem, você se sente mais tranqülo. Alguns probleminhas que enfrentei este ano só serviram como mais uma lição, mais uma superação. Tive um tempo ideal para trabalhar a série e a cabeça. Treinei bem e isso me deu segurança. Se trabalhei bem, vejo que a probabilidade é muito maior", afirmou o ginasta.
Com bom humor, o ginasta falou sobre a importância da intertemporada no Japão e dos problemas que enfrentou antes das Olimpíadas:A princípio, Diego deve competir apenas no solo. Dependendo do desenrolar dos treinamentos, o ginasta poderá também competir no salto. A decisão será tomada de acordo com seu rendimento no Japão.Não é apenas o Diego que competirá poucos aparelhos. Seus principais adversários na disputa pelo ouro olímpico também disputarão um ou dois aparelhos.

Dorta

Rosângela conceição. Luta livre

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Pela primeira vez na historia o Brasil. Terá uma representante na disputa da prova de luta livre em uma Olimpíada. No ano passado Rosângela foi medalha de Bronze no Pan do Rio de Janeiro. Com isso  Zanza como é carinhosamente chamada tornou-se a primeira medalhista brasileira Pan-americana. da modalidade. Ela começou no Judó quando tinha 11 anos. Aos 19 passou a lutar Jiu-Jitsu, e sagrou-se Tetracampeã Mundial. Em 2003 Rosângela migrou-se para a equipe de Luta Olímpica. E agora chega a Pequim disposta a mostrar a garra e a força da mulher brasileira.

 

a origem deste esporte

A luta entre seres humanos é comum desde os tempos mais antigos. Seja para garantir hierarquia, para brigar por comida, por fêmeas ou por simples desavenças, os homens sempre utilizaram a força uns contra os outros como forma de medir o poder.

Essa faculdade fazia parte do treinamento militar dos gregos, e a modalidade chegou a ser disputada nas Olimpíadas Antigas, mas os confrontos eram marcados por extrema violência.

As lutas greco-romanas deram origem a diversos tipos de disputa que persistem até os dias de hoje. Nas Olimpíadas, porém, os organizadores optaram por modalidades que não ofereciam riscos aos lutadores.

Assim, a modalidade greco-romana foi incluída no programa dos primeiros Jogos Olímpicos modernos, que aconteceram em Atenas, na Grécia, em 1896. Oito anos depois, porém, o Comitê Olímpico Internacional (COI) resolveu substituí-la pela luta livre, na edição de Saint Louis, nos Estados Unidos. Contudo, em 1920, na Antuérpia, Bélgica, as duas modalidades passariam a ser disputadas.

 

curiosidades

· O russo Alexander Karelin é considerado o maior lutador de toda a história. Em seu currículo, há três ouros olímpicos na luta greco-romana (1988, em Seul, na Coréia do Sul; 1992, em Barcelona, na Espanha; e 1996, em Atlanta, nos Estados Unidos), além de outros 11 títulos mundiais na mesma modalidade.

· Outro medalhista olímpico que se destaca na luta é o alemão Carl Schumann. Além do ouro na luta greco-romana em 1896, em Atenas, na Grécia, ele conquistou, nessa mesma edição, três medalhas de ouro na Ginástica Artística. (barra horizontal, barras paralelas e solo).

· O brasileiro Marcelo Gomes, o “Zulu”, que disputou o ultimo Pan-Americano, no Rio de Janeiro. já ganhou fama nacional por sua participação na quarta edição do reality show “Big Brother Brasil”, da TV Globo.

· O confronto entre o finlandês Ivar Bohling e o sueco Anders Ahlgren, pela final da luta greco-romana para homens com peso entre 75 kg e 82,5 kg, nos Jogos Olímpicos de 1912, em Estocolmo, na Suécia, durou nada menos que nove horas. Pelo tempo elevado de disputa, o combate acabou sendo encerrado pelos organizadores, e o resultado foi um empate, com os dois atletas ganhando medalhas de prata.Nas Olimpíadas de 1972, em Munique, na Alemanha, e de 1976, em Montreal, no Canadá, os irmãos Peterson, dos Estados Unidos, foram os grandes destaques nas disputas de luta. John Peterson foi prata em Munique e ouro em Montreal na categoria entre 74 kg e 82 kg. Já Benjamin Peterson conseguiu o primeiro lugar em 1972 e o segundo em 1976, na categoria entre 82 kg e 90 kg.

Dorta

Julio Almeida . tiro esportivo

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Major Julio Almeida que tambem é piloto da Força Aerea Brasileira. É a grande esperança brasileira no Tiro Esportivo. Major Almeida. Ira competir nas prova de, Pistola de ar 10 metro, Pistola livre 50 metro,e Pistola de tiro rápido de 25 metro,no inicio do ano mais um acontecimento marcante em sua carreira oue colocou o Tiro Esportivo brasileiro entre oo melhores do Mundo, Pela primeira vez na história, um atirador brasileiro disputou a final da prova de pistola de ar 10m em uma etapa da Copa do Mundo de Tiro Esportivo. Disputada no complexo Esportivo de Deodoro, Júlio Almeida, já classificado para Pequim, ficou em sexto lugar, com 679 pontos,Este resultado é histórico para o tiro brasileiro e isso me deixa muito feliz. Estou no início da preparação para os Jogos de Pequim e não esperava participar desta final. Nessa disputa só tinha fera e os dois atletas que me passaram na final são medalhistas olímpicos - disse Júlio. Em Pequim, Júlio Almeida disputará também as provas de pistola de tiro rápido 25m e pistola livre 50m. No entanto, ele admite que a pistola de ar 10m é sua especialidade.  Estou no início do treinamento e este resultado mostra que o caminho está correto. Nos Jogos Olímpicos, espero fazer oito pontos a mais e colocar o Brasil no pódio – explicou o medalhista de prata no Pan do Rio.

 

 

                                                Stenio Yamamoto. tiro esportivo

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Após uma longa procura no intuito de bem informar eu só fui encontrar alguma informação sobre o representante do tiro esportivo brasileiro nos Jogos Olímpico, stenio Yamamoto. no Site do UOL. a quem peço permição para publicala. Nos Jogos Pan-Americanos de 2007, Stênio participou de duas provas: pistola de ar e pistola livre. Porém, não conseguiu se classificar para as finais em nenhuma delas. Na pistola livre terminou em oitavo, com 629,1. "A classificação foi muito ruim, acabou com as minhas chances. É decepcionante porque eu queria muito trazer essa medalha", lamentou. Na pistola de ar, terminou em décimo.
A história de Stênio começou em 1999, quando o dentista ouviu um comentário que mudou sua vida. "Você atira? Sabia que pode ir para as Olimpíadas fazendo isso?" Atleta de final de semana, o descendente de japoneses não sabia, mas naquele momento abraçou o sonho de representar o país.
"Quando me falaram que o tiro era esporte olímpico e que eu poderia representar o Brasil lá fora, me interessei. Fui ver se conseguia algum resultadinho. Dois anos depois, eu já estava entre os dez melhores do ranking brasileiro", lembra o atirador paulista de 45 anos.Hoje, oito anos após a descoberta, ele já competiu no Pan-Americano do Rio de Janeiro e tem vaga para as Olimpíadas de Pequim obtida nas seletivas nacionais para o Pan, em março. Em maio, foi vice-campeão da etapa de Munique da Copa do Mundo.
Em 2005, o atirador já tinha batido na trave para ficar com a vaga olímpica. "No Campeonato das Américas, que foi disputado em Porto Rico, eu fiquei em segundo lugar e, na final dessa modalidade, fiquei só a meio ponto da cota olímpica. A vaga era só para o primeiro colocado", conta Yamamoto.
Desde as Olimpíadas de 1992, em Barcelona, com Tânia Maria Giasante e Wilson Scheidemantel, o Brasil não conquistava uma vaga nas provas de bala nas Olimpíadas. Em Atenas-2004, Rodrigo Bastos representou o tiro brasileiro, mas nas provas de prato.Aparentemente, o som alto dos tiros não combina com a filosofia zen. Yamamoto, porém, chegou às Olimpíadas justamente por essa estranha união. "Comecei a atirar porque meu pai gostava, mas eu só brincava. Ele dizia que a modalidade era zen e ele atirava justamente para isso, para limpar a cabeça", conta.
Seguindo essa filosofia, o atirador olímpico chegou a promover um encontro inusitado: levou um professor de tai-chi-chuan, a arte oriental de movimentos lentos, a um treino. "Ele ficou admirado como, na hora em que você está atirando, limpa toda a sua cabeça, exatamente como pregam as artes zen. Esvaziar a mente, afastar o stress", relata.Habituado ao barulho dos famigerados motorzinhos de dentista, Yamamoto aponta as habilidades manuais desenvolvidas na profissão como um trunfo extra. "A minha profissão já ajuda uns 30 ou 40 por cento na hora de atirar. Por causa da coordenação motora de precisão, eu tenho muito mais controle do movimento. Um técnico russo já dizia isso, que pintores e artesãos têm essa habilidade. Nós não trememos tanto", explica. Coincidência ou não, Rodrigo Bastos, prata em Santo Domingo-03, também é dentista

Dorta

                                                          

A história dos saltos ornamentais tem origem na Grécia Antiga, onde era praticado por pessoas que moravam na costa. Eles pulavam de rochedos, mergulhando no fundo do mar. Na história moderna, o esporte começou a ser praticado no norte da Europa, no século 17, quando ginastas suecos e alemães praticavam suas acrobacias, saltando de superfícies planas e caindo na água.
Porém, a primeira prova documentada é datada de 1871, quando foi realizada uma competição utilizando a ponte de Londres como plataforma. Doze anos depois foi construída, na mesma cidade, uma torre de cinco metros de altura exclusiva para saltos.
Na Europa, as primeiras disputas dos saltos ornamentais aconteceram em provas de plataforma. Já nos Estados Unidos, o esporte começou a ser realizado com o trampolim.
Com regras internacionais fixadas pela Federação Internacional de Desportos Aquáticos (FINA), a prova de saltos ornamentais foi incluída nos Jogos de Saint Louis-1904. As mulheres começaram a competir por medalhas nas Olimpíadas de Estocolmo-1912, na prova de plataforma. O trampolim feminino só foi disputado na Antuérpia-1920. Já os saltos sincronizados só entraram no programa olímpico em Sydney-2000. No Pan, o esporte é disputado desde a primeira edição, em 1951, em Buenos Aires.

                                                          Cèsar Castro, trampolim 3 m

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César Augusto Aquino Castro. Natural de Brasília. é um atleta de Salto Ornamentais. Integrou a delegação brasileira que competiu nos Jogos Pan-americano disputado no Rio de Janeiro em 2007. Nas Modalidades de trampolim de três metros e trampolim de três metros sincronizado. É um dos primeiros atletas do Brasil a se classificar para os Jogos Olímpico de Pequim. foi no ano de 2002 que César teve um grande destaque internacional sendo o primeiro brasileiro a conquistar uma medalha em Circuito Mundial. Com o resultado, César foi a revelação do campeonato, ganhando de nomes consagrados como o russo, campeão olímpico, Dimitri Sautin, e o vice-campeão olímpico, Fernando Platas. Por este feito, teve seu nome colocado no Museu dos Esportes Aquáticos em Fort Lauderdale. (USA) e terminou o ano em 4° lugar no ranking da FINA (Federação Internacional de Natação Amadora).

Grandes momentos na carreira

- Finalista na Olímpida de Atenas 2004

- Recordita brasileiro em circuitos Mundiais

- Campeão Sul-americano Absolut

- Campeão brasileiro Absoluto

- 2: lugar no Ranking Mundial 2005

- 3: lugar no Ranking 2006

- 1: lugar no aberto da Australia

Juliana Veloso, Plataforma 10 m

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“Estamos indo com quatro atletas para as Olimpíadas e todos têm a chance de fazer uma final e entrar na história do esporte”, decretou Juliana Veloso, que já representou o Brasil nas Olimpíadas de 2000 (Sydney) e 2004 (Atenas). Mais experiente representante da modalidade, Juliana Veloso já fez história em sua carreira. Nos Jogos Pan-americanos de 2003, ela conquistou a primeira medalha do Brasil nos saltos ornamentais: prata na plataforma em Santo Domingo. Na última edição das Olimpíadas, teve como o melhor resultado o 16º lugar na plataforma de 10 metros. Julio Veloso fez dois pedidos à filha Juliana antes de sua viagem para Pequim. E a saltadora brasileira assume que terá dificuldades.
- Ele falou que quer um casaco e uma vaga na final olímpica. Acho que o casaco vai ser mais fácil. Dá para comprar no Silk Market (tradicional mercado chinês) - brincou ela no desembarque da equipe de saltos ornamentais em Pequim após mais de 30 horas de viagem, com escala no Canadá.
Juliana esbanjou bom umor. Disse que iria visitar os paraísos de compras de eletrônicos da capital chinesa para passar o tempo até sua estréia no dia 12. E contou que suas passagens por Pequim têm sempre dois momentos inesquecíveis

                                                   cassius duran plataforma 10 m

                                           

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Cassius Duran em faze final de preparação. não chegou com a delegação brasileira a Pequim, nesta quinta-feira. Devendo desembarcar no pais sede somente no dia 5 de agosto. Cassius Duran. É um saltador experiente já tendo disputado muitos troféu Brasil e Pan-americanos. Duran. Já disputou duas Olimpíadas. Em Pequim. Na terceira é a grande esperança de medalha.

 

Hugo Parisi. plataforma 10 metro

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O primeiro contato do brasiliense com o esporte veio ainda cedo, aos seis anos de idade. Depois de uma passagem pela natação, ele foi levado pelos pais para os saltos ornamentais. E o que começou como uma grande diversão com os amigos em sua cidade natal acabou virando coisa séria. Em 2006, o brasiliense foi campeão sul-americano absoluto na plataforma. Na temporada 2007, ele conquistou novamente um quarto lugar em um GP da Federação Internacional de Esportes Aquáticos, desta vez na etapa americana, em Fort Lauderdale. Em Rostock, na Alemanha, ficou em sexto lugar na semifinal A. agora com a clasificação para a Olímpiada. Parisi, era só alegria ao desembarcar em Pequim, Em Atenas eu era muito novo. Agora será diferente. Acredito que, com minha bagagem nestes últimos anos, posso chegar muito mais longe completou Parisi.Já tivemos a oportunidade de conhecer a piscina do cubo d'água no pré-olímpico em fevereiro. Já sou uma experiente em China. Vim aqui várias vezes. Não costumo sentir o fuso horário. Só fico mal quando chego no Brasil, mas quando estou lá, a prova já passou, então não tem problema. finalizou.

Nayara Figueiredo/ Lara Teixeira

           nado sincronizado

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A dupla de nado sincronizado que vai representar o Brasil na Olimpíada, Lara Teixeira e Nayara Figueira, está em Belém para finalizar o treinamento. Elas viajam para Pequim no dia 8 de agosto - data de abertura dos Jogos Olímpicos. A capital paraense foi escolhida por ter um clima semelhante ao de Pequim nesta época do ano e também por ter uma boa estrutura nos clubes locais. Estreantes na Olimpíada, as duas se apresentarão na piscina do Cubo D’Água nos dias 19 a 20 de agosto. As duas são estreantes em Olimpíada. Mais para Nayara parceira de Lara Teixeira. Os Jogos de Pequim terão um gosto especial os Jogo Olímpico. Será a primeira grande competição que disputara ao lado de somente uma nadadora, Nayara desde 2005 faz parte da equipe do Brasil. Em 2008 entrou para o Dueto em substituição. A Caroline Hildebrandt, Porem apesar de o Nado Sincronizado. Não estar em uma boa faze. Nayara de apenas 20 anos acredita já ter passado a pressão de substituir a medalhista de Bronze no pan do Rio 2007.

Dorta